26/08/2009

Online Encyclopedia of Life reaches 150,000 species

[Source:http://www.physorg.com/news170396645.html]

The Encyclopedia of Life, an online project launched in 2007 with the aim of creating a webpage on every known animal and plant species, has reached 150,000 entries in its second year.

In a statement marking the anniversary, the collaborative project said close to two million people from more than 200 countries had contributed to the website (www.eol.org).

Users can create a page that describes a plant or animal with text, images or both. The information is then submitted to experts, verified and made available for free.

The project's creators hope to accumulate a page for every 1.8 million animal and plant species known to scientists over 10 years.

That goal "will provide a powerful tool to assist researchers and policymakers in better understanding biodiversityand discerning patterns of plant and animal behavior," said Arthur Sussman, vice president of the John and Catherine MacArthur Foundation.

The foundation, one of the project's co-sponsors, donated 10 million dollars in 2007 to help launch the undertaking.

The project's founders hope the encyclopedia will help develop new strategies to protect endangered species and counteract climate change.

Some experts say the online resources could even one day help human beings learn how to live longer by isolating which species and subspecies have more extended lifespans and why.

"By integrating and consolidating information on species, EOL also has the potential to accelerate scientific discovery and serve as an infrastructure for life sciences research," Sussman said.

In its second year, 75 percent of the online architecture for the website is complete, with 1.4 million placeholder pages available to be filled with information about Earth's flora and fauna.

The encyclopedia also includes DNA bar codes and other genetic sequences on species from various global sources.

For non-English speakers, project partners have launched versions of the encyclopedia in other languages with information on the plants, animals and microorganisms of a given country or region.

19/08/2009

O inquietante aviso das águas

Ó timo artigo de Washington Novaes [Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090619/not_imp389684,0.php]

Ao que parece, caminha-se, nas áreas de pesca e aquicultura, em algumas direções que merecem exames mais aprofundados e cautelosos das áreas acadêmica, ambiental e política. Porque o pressuposto, na última, parece ser um desejado aumento exponencial da produção de recursos pesqueiros a curto prazo - mas que pode ocorrer a preços questionáveis, como já se mencionou aqui em outros artigos.

No primeiro desses passos, caminha-se no Congresso para dar status de Ministério à atual Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, com "exclusividade no tratamento de recursos pesqueiros" - retirando, portanto, atribuições ao já combalido Ministério do Meio Ambiente nas áreas de recursos hídricos e de águas marinhas. Segundo, porque o Conselho Nacional do Meio Ambiente aprovou resolução que pode ter seus motivos - como unificar os critérios de regras para a aquicultura, hoje a cargo dos Estados -, mas simplifica também as exigências para licenciamento, o que pode significar tolerância maior com ações poluidoras/predadoras. E tudo isso no momento em que não faltam advertências graves quanto à situação dos estoques pesqueiros no mundo e no Brasil, assim como questionamentos a respeito da sustentabilidade de projetos de aquicultura, com consumo de recursos superior à produção.

Continua-se, por aqui, a fazer de conta que não existem relatórios científicos, inclusive do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, mostrando que na quase totalidade dos projetos de piscicultura em áreas marítimas ou fluviais - seja usando alimentos naturais ou rações - o volume produzido é inferior ao consumo de recursos. Um dos exemplos está no premiado documentário Ovas de Ouro, que mostra essa insustentabilidade física da produção de salmões no mar, no Chile (com consumo de alimentos para os peixes maior que a produção), ao lado da grave poluição das águas.

No caso da pesca em oceanos, continua-se a ignorar estudos oficiais da Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva (Revizee), segundo os quais 80% dos recursos pesqueiros no Brasil estão sobre-explotados, com muitas espécies já próximas do colapso, como é o caso da lagosta. Recente relatório do Greenpeace também apontou numerosas razões para termos prudência numa das áreas mais delicadas, que é a da carcinicultura. Entre elas, a ocupação de áreas de proteção permanente (APAs) com a criação de camarões (no Ceará, por exemplo, são APAs 79,5% das áreas desses projetos); contaminação das águas; "privatização" de águas sem sequer pagar pelo uso; fechamento de áreas antes abertas a pescadores e populações tradicionais; exploração do trabalho humano; destruição de berçários naturais nos mangues; ameaças à saúde humana, com uso de metabissulfito de sódio, que libera óxido de enxofre.

Mas há outros ângulos. Na Amazônia, dizem outros documentos, 30% dos estoques pesqueiros já estão sobre-explorados, enquanto em 60% deles a exploração ainda é inferior a uma possibilidade sustentável. Outro noticiário recente (A Crítica, de Manaus, 21/5) mostra razões para prestar atenção à pesca regional, já que os estoques pesqueiros da Amazônia poderiam ser mais produtivos que a própria pecuária: 1,5 boi por hectare gera R$ 400 por ano; 4 mil quilos de tambaquis criados em tanques podem gerar R$ 8 mil por ano (ou 13 vezes mais produto e 20 vezes mais renda, mas sem avaliar a relação alimentos consumidos versus alimentos produzidos). Se a produção for em tanques de rede, pode chegar a 120 mil quilos por hectare/ano e gerar R$ 120 mil, ou 30 vezes mais que a pecuária, com uma produção 300 vezes maior. Hoje a pesca comercial na Amazônia produz 325,5 mil toneladas/ano, no valor de R$ 200 milhões, e gera 400 mil empregos, segundo depoimento do secretário especial de Pesca, Altemir Gregolin, à Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, com dados do Plano Amazônia Sustentável de Aquicultura e Pesca, que será lançado em julho e prevê investimentos de R$ 1,75 bilhão.

A exigência de cuidados tanto na aquicultura como na pesca oceânica torna-se mais forte quando se vê estudo (Portal Meio Ambiente, 12/6) relatando que em três anos, com disciplina e restrições à pesca, a captura de sardinha no litoral brasileiro, que chegou a 230 mil toneladas anuais em 1973 e, com o excesso, caiu para 17 mil toneladas em 2003, chegou a 78 mil no ano assado e pode atingir 90 mil este ano.

De qualquer forma, o Brasil não está em boa posição quanto à sustentabilidade de suas práticas pesqueiras, segundo o Código de Conduta para a Pesca Responsável da ONU (Folha de S.Paulo, 10/2). Ocupa o 33º lugar, com média 0,6 (a Noruega, primeiro lugar, tem 3,1 em 5 possíveis).

Muitas razões têm levado a FAO a recomendar (16/2) que se reduza a pesca no mundo e se limite o acesso a camarões. Como recomenda que a indústria pesqueira estude a questão das mudanças climáticas, que já está mudando a distribuição geográfica das espécies marítimas e águas interiores e afetando as cadeias de alimentação. O estudo também relata a forte contribuição do transporte marítimo na pesca para as emissões de gases poluentes. A sobre-exploração pesqueira é inquietante, diz: 19% das espécies marítimas já estão nesse nível, ao lado de 8% esgotadas e 52% no limite máximo de exploração.

Ainda se poderiam acrescentar as questões do lixo no mar e do carreamento de nitrogênio da agricultura para águas marinhas (100 milhões de toneladas/ano). No Brasil, diz o professor Alexandre Terra (Estado, 5/6), a região da Baía da Guanabara, próxima à Baixada Fluminense, pode estar morta em 20 anos, exatamente pelo carreamento de fertilizantes e agrotóxicos, resíduos industriais e residenciais. E o quadro pode se repetir em Salvador, Vitória e Recife.

É preciso cuidado com os arroubos produtivos a qualquer preço.

18/08/2009

Special Report: A Clear Cut Crisis

Tropical deforestation contributes more to global warming than all the vehicles on earth.

Does the world have a plan to deal with it?


Photo: Daniel Beltrahttp://www.washingtonmonthly.com/features/2009/0907.spc-sec.html


Read full report here:

http://www.washingtonmonthly.com/features/2009/0907.spc-sec.html

16/08/2009

The Second International Conference on Phycology, Limnology and Aquatic Sciences

14-15 February 2010, Suez Canal University, Port-Said, Egypt

Conference Topics
  • Management protection, restoration of lakes, reservoirs and watersheds.
  • Ecological interrelationship in aquatic systems.
  • Biodiversity, communities dynamics and invasive species in aquatic systems.
  • Biotechnology and algae.
  • Algae as renewable energy source.
  • Physiology of algae
  • Any other aspects of phycology, Limnology and aquatic sciences.
For more Information contact Prof. Mostafa El-Sheekh mostafaelsheekh@yahoo.com tel 0124106666
   


14/08/2009

Satellite data show Indian water stocks shrinking

Groundwater depletion raises spectre of shortages

[Source: Quirin Schiermeier - Nature News]

Unsustainable water use in India is threatening agricultural production and raising the spectre of a major water crisis.

Matthew Rodell of NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland, and colleagues used data from the Gravity Recovery and Climate Experiment (GRACE) satellites — operated by NASA and the German Aerospace Center (DLR) — to determine how groundwater levels are changing in the Indian states of Rajasthan, Punjab and Haryana, which includes the national capital of New Delhi.

"If farmers could shift away from water-intensive crops and implement more efficient irrigation methods, that would help."

Their research, published online in Nature this week (M. Rodell et al. Nature doi:10.1038/nature08238; 2009), found gravity anomalies suggesting a net loss of 109 cubic kilometres of water — equivalent to a mass of 109 billion tonnes — from August 2002 to October 2008. The amount lost is double the capacity of India's largest surface-water reservoir, the Upper Wainganga, and almost three times the capacity of Lake Mead in Nevada, the largest reservoir in the United States.

A second study using GRACE data, by scientists at the University of Colorado and the National Center for Atmospheric Research in Boulder, has found that the most intensively irrigated areas in northern India, eastern Pakistan and parts of Bangladesh are losing groundwater at an overall rate of 54 cubic kilometres per year, consistent with Rodell's results (V. M. Tiwari et al. Geophys. Res. Lett. doi:10.1029/2009GL039401; in the press).

Groundwater depletion in northwest India is a known problem, but Rodell's data suggest that the loss rate is around 20% higher than the Indian authorities have previously estimated.

Rodell notes that rainfall during the study period was close to the long-term climatic mean, and says that the observed groundwater depletion is unlikely to be the result of unusual dryness or variability.

The regions of Rajasthan, Punjab and Haryana have a combined population of 114 million people, and receive an average of 500 millimetres of rainfall per year — just slightly less than that of London — but with pronounced seasonal and regional differences. Although less than a third of agricultural land there is irrigated, crop irrigation accounts for up to 95% of groundwater consumption. "If farmers could shift away from water-intensive crops, such as rice, and implement more efficient irrigation methods, that would help," says Rodell.

Meanwhile, the Indian government is looking into framing regulations to reduce groundwater consumption. "Hopefully," says Rodell, "our research will give them the evidence they need to carry through."

Read Full News Here: http://www.nature.com/news/2009/090812/full/460789a.html

10/08/2009

Brasil lidera uso mundial de agrotóxicos

[ Fonte: Paula Pacheco - http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090807/not_imp414820,0.php

O mercado girou US$ 7,12 bilhões e, apesar do avanço, lua de mel entre indústria e produtores deve ser passageira
.

O Brasil, segundo estudo da consultoria alemã Kleffmann Group, é o maior mercado de agrotóxicos do mundo. O levantamento foi encomendado pela Associação Nacional de Defesa de Vegetal (Andef), que representa os fabricantes, e mostra que essa indústria movimentou no ano passado US$ 7,1 bilhões, ante US$ 6,6 bilhões do segundo colocado, os Estados Unidos. Em 2007, a indústria nacional girou US$ 5,4 bilhões, segundo Lars Schobinger, presidente da Kleffmann Group no Brasil. O consumo cresceu no País, apesar de a área plantada ter encolhido 2% no ano passado.

Apesar do grande volume de recursos movimentados pela indústria no mercado brasileiro, o consumo por hectare ainda é pequeno em relação a outros países. De acordo com o levantamento, o gasto do produtor brasileiro com agrotóxico ainda é pequeno, se comparado a outros países. Em 2007, gastou-se US$ 87,83 por hectare. Na França, os produtores desembolsaram US$ 196,79 por hectare, enquanto no Japão a despesa foi de US$ 851,04. Por esse motivo, o presidente da consultoria acredita que a tendência nos próximos anos é que o Brasil se estabilize na primeira colocação no consumo de agrotóxico.

O Brasil leva vantagem na pesquisa por se tratar de um país com grande área cultivada e também pelo tamanho da produção que sai do campo. "O País é o grande produtor de alimentos do mundo, lidera praticamente em todos os produtos agropecuários", comenta Ademar Silva, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).

Para Schobinger, o aumento do consumo de agrotóxico traz vantagens ao País. "Dessa forma, é possível aumentar o ganho de produtividade. O uso desses produtos facilita o controle de pragas a que estamos mais expostos por sermos um país tropical", explica.

NOVAS PRAGAS

Em parte, o aumento do uso de agrotóxico tem a ver com o surgimento de pragas. Até seis anos atrás, cita o executivo da Kleffmann, não se falava, no Brasil, da ferrugem da soja. Para combater as pragas, a indústria corre atrás de pesquisas e lança produtos no mercado. 

"O aumento tem a ver também com o crescente uso de tecnologias no campo. Quanto mais avançado o sistema produtivo, maior o consumo de agrotóxico. Neste momento é importante fazer um balanço da relação entre risco e benefícios do seu uso", diz Luís Rangel, coordenador de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura.

Segundo Schobinger, há evolução não apenas no combate a novas pragas, mas nas diferentes formas de usar o agrotóxico. No Brasil, tem crescido ano a ano a utilização nas sementes, em substituição à pulverização das lavouras, o que costuma causar mais danos aos trabalhadores e ao ambiente.

Apesar do uso crescente de agrotóxicos no País, a relação com os produtores continua difícil, segundo o presidente da Famato. "Os preços só caíram cerca de 30% na safra de verão porque os Estados Unidos, grande mercado para essa indústria, estão em crise e é preciso desovar a produção. Além disso, tivemos duas safras muito ruins por aqui nos últimos anos e a situação do produtor ficou mais delicada", diz Silva.

Ele acredita que a lua de mel deve durar pouco. "Basta o mercado internacional se recuperar para os preços subirem novamente. A indústria tem esse poder. É ela quem faz o preço."

Na opinião de Luiz Cláudio Meirelles, gerente geral de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liderança brasileira preocupa. "São substâncias tóxicas que são objeto de ação regulatória no mundo. No Brasil, temos dificuldade de ação de controle, falta de recursos humanos e falta de laboratórios, enquanto a velocidade de consumo avança", detalha. Atualmente, há cerca de 450 ativos usados na produção de agrotóxicos registrados na Anvisa e os pedidos para a concessão de mais licenças não param de chegar.

No início da semana, representantes de 64 indústrias asiáticas, a maioria chinesa, se reuniu em São Paulo para conhecer melhor as regras do mercado interno. Foi a terceira edição da feira China-Brazil AgroChemShow.

A segunda maior fabricante de glifosato do mundo, a chinesa Fuhua, planeja mandar para o Brasil 30% das suas exportações a partir do ano que vem, quando espera já ter os registros da Anvisa para três produtos.

06/08/2009

Academias de ciências se unem para salvar oceanos

Especialistas de 70 países sugerem cortes de CO2 para desacelerar a acidificação mortal

[por Lauren Morello - Scientific American Brasil]

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ISTOCKPHOTO/TREASUREGUARD
ACIDIFICAÇÃO: Recifes de corais são uma das muitas vítimas da acidez oceânica.

Em recente declaração conjunta, peritos das academias de ciências de 70 nações advertiram que as emissões de dióxido de carbono (CO2) tornam os oceanos da Terra cada vez mais ácidos e ameaçam recifes de corais e a indústria pesqueira.

O efeito poderá ser irreversível por milhares de anos, relata o documento dirigido aos países participantes das negociações climáticas da ONU, realizadas em maio, em Bonn, na Alemanha. Os especialistas querem uma redução de pelo menos 50% da produção global de CO2 até 2050, em relação aos níveis de 1990, e com cortes adicionais posteriores.

Sem uma ação como essa, as consequências serão graves, alertam os cientistas. "Modelos elaborados com os índices atuais sugerem que todos os recifes e ecossistemas polares serão drasticamente afetados até 2050, ou eventualmente antes disso".

Outros cálculos climáticos citados no documento indicam que com os atuais níveis de CO2, até 2060, 80% das águas do Ártico poderão começar a corroer moluscos bivalves, pterópodes (moluscos microscópicos) e outras espécies que vivem na base da cadeia alimentar polar. Se o nível de CO2 na atmosfera chegar a 550 partes por milhão (concentração atual é de 387 ppm), as formações coralinas poderão se dissolver globalmente.

03/08/2009

FIRST URUGUAYAN CYANOBACTERIA WORKSHOP:FROM KNOWLEDGE TO MANAGEMENT 7 to 9 October 2009

Location:
Technological Laboratory of Uruguay (LATU), Av Italia 6201, Location: Carrasco, Montevideo, Uruguay
Contact Email: encuentrociano2009@fcien.edu.uy

OBJECTIVE
Perform an update of the knowledge of the cyanobacterial forming blooms contribute to the generation of management

SPECIAL GUESTS
- Jiri Komarek, Institute of Botany, Trebon, Czech Republic
- Célia Leite Sant 'Anna, Instituto de Botânica, São Paulo, Brazil
- Maria Mercedes Bendati, Secretaria Municipal da Saude de Porto Alegre, Brazil

EVENTS PRE-AND POST MEETING:
Workshops
Postgraduate Course in cyanobacteria

ABSTRACTS
Attention: We extended the deadline for abstracts until
Monday August 24. You will know the results in September.

Second circular and other information in complete http://limno.fcien.edu.uy

7th International Symposium “Use of Algae for Monitoring Rivers” and the 1st European Workshop on Diatom Taxonomy


7th International Symposium "Use of Algae for Monitoring Rivers"

Luxembourg, 23-25 November 2009

http://isuamr.lippmann.lu/

The 7th International Symposium will be held in the Coque Conference Center in Luxembourg City.

This symposium will focus on the current and future status of using algae for monitoring rivers. The program will include keynote lectures, oral presentations and poster sessions.

1st European Workshop on Diatom Taxonomy

Belvaux, 26-27 November 2009

http://isuamr.lippmann.lu/

The Workshop on Diatom Taxonomy will be organized at the Centre de Recherche Public - Gabriel Lippmann in Belvaux near Luxembourg.

The 1st European Workshop on Diatom Taxonomy is planned to give an opportunity to experts from different European countries to exchange their knowledge on diatom taxonomy with the purpose to solve some problematic identifications and work together on the most difficult groups of diatom species, often present in European freshwater bodies.